Palermice de Bacalhau

Junho 30, 2008

Empreendorismo

Filed under: Palermices — douradodossantos @ 4:56 pm

 

A rainha Isabel II comprou um McDonalds.

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Junho 27, 2008

Uma decisão. Estou cansado de jogar?

Filed under: Uncategorized — Paulo Rosário @ 4:55 pm

Game Over

Filed under: Uncategorized — Rui Cabral @ 2:06 pm

As ultimas 24h fora más para os russos. A selecção russa não jogou ao nível dos sois ultimos jogos não porque tenha jogado mal, mas porque a Espanha jogou de forma fantástica.

Outro russo, meu amigo, foi descoberto.. ficou com a “carapaça” a descoberto e foi apanhado. Aguardemos melhores dias para os russos.

Para quem pensar é como comer papa cerelac, o melhor é vir tudo já digerido

Filed under: Uncategorized — Paulo Rosário @ 12:39 pm

Sobre um tema completamente diferente, houve uma discussão que me fez pensar em algo. Nas verdades que quase toda a gente teima em tomar como certa, mas que de verdade pouco ou nada têm. Muitas vezes a culpa disto é pela “tradição”. Vejamos a tradição católico-judaica acaba por constranger vários ímpetos humanos, como por exemplo a sexualidade, mesmo daqueles que não seguem ou acreditão nessa matriz católico-judaica. Basta perguntar a qualquer ateu sobre relações de carácter “incestuoso” e quase todos a irão criticar, sobre uma lógica ético-moral que no final de contas é amplamente fundamenta numa realidade religiosa que afirmam não seguir.

Achei por graça, um ilustre colega, cair noutra armadilha intelectual, a de que o norte fica para cima. Acompanhando o crucifixo na sala de aula sempre tivemos o mapa, com o norte virado para cima, e desde sempre no nosso cérebro se habitua a que o norte fica em cima. Quando não fica. Fica tão em cima como à esquerda, ou na diagonal, ou para onde quer que seja.

Citando a Wikipedia (posso alargar a bibliografia a pedido):

The position of North at the top of maps is arbitrary; indeed there are many maps with non-standard orientation, such as Medieval maps, polar maps, and Dymaxion maps. The convention that North is at the top (and East at the right) on most modern maps was established by the astronomer Ptolemy[3] and was widely adopted by other cartographers.

Foi no mínimo interessante ver que:

They are also used as tools for teaching critical thinking.

Creio que o resultado do teste é óbvio, se tomarmos em conta os comentários e o meu suposto autismo fica claro outro mecanismo de autodefesa, o famoso ad hominem.

Só uma sugestão.

Filed under: Portugal — douradodossantos @ 11:07 am

                    

E que tal inquirir antes quem deu a ordem? 

Não vos parece confuso?

Filed under: Futebol — douradodossantos @ 9:21 am

                                                       

A mim parece e não é pouco. Então o Benfica, tinha um jogador que supostamente tinha sido comprado pelo Chelsea e emprestado ao Benfica.

O jogador esteve por cá duas ou três épocas e teve bons desempenhos. Depois, foi para o PSV, sem que o Benfica tivesse visto um tusto, porque o detentor do passe, o Chelsea, assim mandava. Ao Benfica restava agradecer terem-nos deixado utilizar o jogador por dois anitos.

De repente a história normal, ficou virada ao contrário.

Confusão nº 1) O Benfica esteve na iminência de perder 6 pontos porque não havia pago ao America 110 mil euros dos direitos de formação. Então, mas não devia ser o Chelsea a pagar? Se o Benfica apenas tinha o jogador por empréstimo…

Confusão nº 2) Afinal o Benfica até já tinha pago à muito os 110 mil euros. Estavam no pacote de 430 mil euros que tinha pago ao Mirasol, e que devia ter reencaminhado os 110 mil para o América. Agora parece que é o Mirasol que deve 110 mil euros ao Benfica. Naturalmente nunca mais os veremos. Mas afinal o Benfica tinha que pagar?

Confusão nº 3) No verão de 2004 o Benfica comprou o jogador ao Mirasol por 8,4 milhões de euros. Sim, viram bem, 8,4! Então mas o jogador não era do Chelsea?

Confusão nº 4) Então mas o jogador foi para o PSV de borla, porque o Chelsea mandou e afinal era do Benfica???? Serei o único a achar que está aqui qualquer coisa muito mal explicada?

Restantes confusões)

-O Chelsea afirma que não detem o passe de Alcides, apenas um direito de preferência, identico ao que tinha sobre o Alex.

– Stan Valckx, director desportivo do Chelsea afirma que o jogador está no PSV, emprestado pelo Chelsea.

– Alcides, disse em 2004 que tinha que ir para o PSV porque o Chelsea assim ordenara.

– O América disse à Fifa que o Chelsea devia ser o responsável pelo pagamento da dívida. A Fifa respondeu que o Chelsea não tinha nada a ver com isso e que a responsabilidade era do Benfica.

– O Benfica, como não podia deixar de ser, recusa-se a comentar a situação.

No meio de tudo isto, algo me parece evidente. Foram 8,5 milhões a voar dos cofres da luz para o bolso de alguém!

PS: Já repararam que até o valor pago pelo jogador é obsceno? Alguém acredita que o Alcides valia 8,4 milhões?

Junho 26, 2008

Questão: Autoridade.

Filed under: Portugal — douradodossantos @ 9:59 pm

                                        

Ontem, dois juízes foram agredidos em tribunal após condenarem os arguidos a penas de prisão.  Desde já peço desculpa pela liberdade de chamar tribunal a uma sala dos bombeiros voluntários.

Há algumas semanas atrás, um grupo de jovens invadiu uma esquadra da polícia e agrediram um cidadão que se encontrava a fazer queixa.

Há 3 semanas atrás um grupo de camionistas, patrões de si próprios, paralisaram o país e atacaram quem quis trabalhar. Antes, um grupo de pescadores destruíram o peixe de peixeiras e impediram a venda de peixe importado.

Entretanto, terá existido uma espécie de arrastão, parte II, onde os jornalistas se mostraram mais preocupados em saber se a polícia tinha agredido alguém.

E todos os dias nas escolas existem casos de violência contra alunos ou professores.

Os cidadãos sentem-se inseguros na rua, no tribunal, na esquadra ou na escola. Sentem que os seus direitos não são defendidos nas estradas ou nas praças. E o busílis da questão é só um: Autoridade.

Um estado que permite que as suas esquadras sejam atacadas, que os seus juízes sejam agredidos, que as manifestações desrespeitem todos os direitos e mais alguns, que grupos de jovens decidam varrem praias de ponta a ponta, é um estado que perdeu a autoridade. Hoje em dia perdeu-se o respeito e o receio pelas instituições. Os criminosos acreditam que podem fazer o que melhor lhes aprouver. E o país encolhe-se com receio. Num país normal existiria já um coro de protestos contra a agressão de dois juízes pelos arguidos. Porque a autoridade judicial é um dos poderes do país. Porque um juiz é tão importante como um deputado. Porque a nossa assembleia não se reúne em salas de festas e espaços públicos, logo como é possível permitir que os tribunais estejam a cair, e que os julgamentos tenha que ser efectuados praticamente na rua?

Os cidadãos têm receio porque vêm o próprio Estado a ser agredido e a não fazer nada. Porque constatam que se o criminoso pode atacar um polícia, como poderão eles estar seguros?

A autoridade do Estado começa aqui, no garantir o respeito, a ordem e segurança das suas instituições e da lei. Não é andar pela rua às bastonadas. Não é abusar dos direitos. Não é disparar primeiro e perguntar depois. É simplesmente no garantir que não estamos num país de impunidade.

Post script: Na mesma linha, veja aqui a opinião de Ferreira Fernandes hoje no DN. Não podia estar mais de acordo.

O mundo ao contrário!

Filed under: Política,Portugal — douradodossantos @ 9:25 pm

                            ruraq_world_true_orientation

 

No programa frente a frente da Sic Noticias, estiveram em confronto Pedro Passos Coelho e Ruben de Carvalho.

Eu disse em confronto? Peço desculpa. Nunca vi o PCP e o PSD a concordar em tanta coisa.

                                       Anders Fogh as Communist Superman

RAP Português II

Filed under: Musica,Portugal — Rui Cabral @ 5:05 pm

Outros custos escondidos dos movimentos pendulares

Filed under: Economia,Internacional,Portugal — Paulo Rosário @ 2:17 pm

Há uns dias quando escrevi sobre os custos escondidos de comprar casas fora do centro, alguém me disse que estes custos eram psicológicos e que não davam para pagar férias. Mas a verdade é que estes custos não são meramente psicológicos, e mesmo que o fossem, a parte psicológica é parte fundamental do meu ser.

Como consequência dos elevados custos de transporte, subida do petróleo e tal, e visto que esta subida deve muito pouco aos especuladores como tanta boa gente gostava de acreditar, notícia o NY Times, como as casas suburbanas têm vindo a desvalorizar a um ritmo muito mais acelerado que as casas “mais próximas”. Afinal como diz um suburbano, complementando a imagem incompleta de outros suburbanos:

“Living closer in, in a smaller space, where you don’t have that commute,” he said. “It’s definitely something we talk about. Before it was ‘we spend too much time driving.’ Now, it’s ‘we spend too much time and money driving.’ ”

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