
Os pescadores portugueses que usam barcos ingleses, com motores alemães e redes marroquinas, que pescam em águas internacionais e vendem orgulhosamente bacalhau norueguês ficaram hoje indignados por se vender peixe espanhol na praça, como aliás se deve vender em todos os outros dias, é a mentalidade europeia que temos.
No fim até vi um pescador defender a ASAE por o peixe não poder ser vendido em caixas de madeira (ao contrário do que sucede em Espanha). Estranho mundo onde os que querem acabar com um monopólio (da GALP) acham que a melhor maneira é criar o seu próprio, o das pescas.